Não se trata de dizer:
“O outro é tão verdadeiro quanto eu”.
Ou:
“A verdade outra é tão verdade quanto a verdade mesma”.
Ou:
“Eu sou outro, eu é outro”.
Talvez seja:
“É possível passível que as diversas verdades sejam verdadeiras,
mas enquanto se discute vamos postular mínimo:
eu e outro somos dança tímida.”
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"teoria" barbárie colonial contorcionismo mental Eduardo Viveiros de Castro epitáfio fome Franz Kafka gente gesto Jean-Michel Chabineau lévi-strauss mente e corpo Michael Taussig mimese paradigmas do contorcionismo na antropologia perspectiva/perspectivismo poesia realismo mágico Sobre os dizeres teatro Tânia Stolze Lima-
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3 Comentários
bonito.
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Fala Guilherme! Sou o Lobão hehe (estranho falar isso…)